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REVISTA SÉRGIO FRANCO E CDPI

CDPIClínicasTomografia Computadorizada

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TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA

A Clínica CDPI possui nas suas unidades 4 aparelhos de tomografia multi-slice, sendo dois de 64 canais, que permitem a realização de exames com alta resolução espacial, com cortes submilimétricos, de 0,6 mm de espessura, possibilitando a realização de aquisições isotrópicas e reconstruções multiplanares e tridimensionais com altíssima definição. Com os aparelhos de 64 canais é possível ainda realizar exames muito mais rápidos, como por exemplo, um exame de tórax, abdômen e pelve com menos de 10 segundos de duração.

Estes novos aparelhos permitem ainda a utilização de um volume menor de contraste na realização do exame, principalmente nos exames vasculares e com uma dose menor de radiação.

O aumento da resolução melhora a definição de pequenas estruturas, assim como dos planos gordurosos que separam os órgãos da cavidade abdominal, viabilizando a sua análise sem a opacificação das alças intestinais por meio do contraste oral, na grande maioria dos casos utilizando a água como contraste, beneficiando assim muitos pacientes, pricipalmente em exames de emergência.

Dentre o grande número de exames realizados hoje no setor de tomografia, podemos destacar os exames de angiotomografia coronariana e vascular, exames do fígado com reconstruções 3D com traçado de um plano de hepatectomia virtual, muito útil no auxílio dos cirurgiões na avaliação de pacientes para transplantes e hepatectomias parcias, além de exames como a colonoscopia virtual, um método não invasivo de avaliação do cólon, o denta scan e o exame já muito conhecido dos ortopedistas de tomografia dos joelhos para avaliação de instabilidade fêmoro-patelar.

ANGIOLOGIA E CIRURGIA VASCULAR

Os exames cardiovasculares ilustram bem a performance da Tomografia Computadorizada Multislice, pois necessitam de alta resolução espacial para as reconstruções 3D, além de velocidade para evitar os artefatos de movimento e melhorar o aproveitamento do meio de contraste venoso. A resolução é garantida por cortes submilimétricos de até 0,6 mm e a velocidade pela multiplicidade da fileira de detectores, que permite a aquisição das imagens em menos de 10 segundos, na maioria dos exames. Com essa velocidade é possível obter uma opacificação vascular homogênea e com boa densidade, utilizando um menor volume de contraste, o que minimiza seu efeito nefrotóxico. Tais características fazem da TCMS a principal ferramenta diagnóstica em pacientes com síndromes vasculares agudas, como trauma vascular, tromboembolismo pulmonar, dissecção de aorta, hematoma intramural, etc.

Destaca-se ainda na avaliação pré-operatória dos aneurismas e das lesões arteriais obstrutivas, assim como no acompanhamento pós-operatório desses pacientes. Este método além da visualização da luz vascular tem excelente desempenho na avaliação das alterações parietais, como trombo, placas calcificadas e não-calcificadas, espessamento da parede, compressão extrínseca, etc.

A angiotomografia multislice das artérias carótidas tem excelente correlação com a angiografia convencional para a detecção e quantificação de estenose, até mesmo na diferenciação entre oclusão e quase oclusão. Os desempenhos da TCMS e da RM são semelhantes na avaliação de pacientes com doença arterial obstrutiva periférica são semelhantes, com sensibilidade de 91%-98% e especificidade de 98%-99% na detecção e quantificação de estenoses, respectivamente. Entretanto, Ouwendijk et al, em seu trabalho comparativo ente angio-RM e angiotomografia com equipamento multislice de 16 canais, sugerem que a angiotomografia seja mais precisa na avaliação da localização e extensão das lesões, melhorando o resultado do tratamento e a qualidade de vida dos pacientes no pós-operatório.

DENTA SCAN

A CDPI oferece um meio inovador e altamente prático para compor o seu arsenal técnico e auxiliá-lo no planejamento implantodôntico de maneira eficiente, confiável e segura.

Os nossos tomógrafos multislice de 64 canais são capazes de realizar cortes submilimétricos de 0,6 mm de espessura, de alta resolução em poucos segundos, minimizando a quantidade de artefatos. O processamento destas imagens em programas específicos como o DENTASCAN e o DENTASLICE, confere maior precisão na programação dos procedimentos.

O DENTASCAN nos permite reconstruir imagens paraaxiais e panorâmicas milimétricas em toda a extensão das arcadas dentárias, além de obter rreconstruções tridimensionais, com fiel reprodução em escala natural.

Isto possibilita a avaliação detalhada da anatomia e qualidade do osso, a identificação de acidentes geográficos, como o canal mandibular e dos forames mentonianos e a realização de mensurações precisas da espessura e altura do osso alveolar.

O DENTASLICE é um programa interativo para programação dos implantes dentários. As imagens obtidas através do tomógrafo são convertidas e carregadas neste programa, que permite a simulação dos implantes, determinando o seu posicionamento, tamanho, etc. Você receberá o programa DENTASLICE e o arquivo dentaslice do paciente, que poderá ser manipulado no seu computador. Terminada a simulação de colocação dos implantes, este arquivo poderá ser enviado ao laboratório de prototipagem. Todos os exames são documentados em película radiográfica e em CD .

HEPATECTOMIA VIRTUAL

O transplante hepático e a hepatectomia parcial são uma opção terapêutica importante para pacientes com doenças hepáticas focais (ex: tumores primários e secundários), doença crônica avançada, insuficiência hepática fulminante e doença metabólica. Nos últimos anos, a sobrevida após estes procedimentos tem aumentado, principalmente devido aos avanços das técnicas cirúrgicas, diagnóstico e tratamento precoce das complicações pós-operatórias, assim como pela melhor seleção de receptores e doadores nos casos de transplante hepático.

Muitos transplantes hepáticos são realizados anualmente, sendo os doadores cadáveres em sua maioria. Entretanto, o número de doadores cadáveres não tem acompanhado a crescente demanda dos pacientes. O tempo médio na fila de espera pelo transplante hepático tem aumentado drasticamente, de modo que um significativo número de pacientes morre enquanto espera pelo transplante ou mesmo desenvolve complicações que contra-indicam o mesmo. Assim, os transplantes hepáticos com doadores vivos vêm sendo realizados em uma freqüência progressivamente maior. Os benefícios potenciais deste tipo de procedimento são: (1) menor tempo de espera pelo transplante; (2) melhor qualidade do órgão doador; (3) cirurgia em caráter eletivo; (4) menor risco de danos isquêmicos ao fígado doador.

A seleção do fígado doador deve ser cuidadosa e se baseia em 2 aspectos: segurança do doador e qualidade do enxerto. A avaliação pré-operatória por imagem dos pacientes doadores vivos é fundamental para o planejamento cirúrgico, contribuindo para a redução da morbimortalidade do procedimento (1). O principal objetivo desta avaliação por imagem é determinar a anatomia arterial e venosa, bem como da anatomia da árvore biliar e de suas variantes, o que é fundamental para a técnica cirúrgica, já que o conhecimento prévio da anatomia pode orientar o cirurgião na escolha da melhor estratégia e aumentar o sucesso do procedimento. O exame do parênquima hepático do doador também é importante, com o objetivo de excluir doenças hepáticas focais ou difusas, que poderiam contra-indicar a cirurgia. O volume hepático também deve ser calculado, permitindo que os tecidos transplantado e remanescente sejam adequados para manter a função tanto no doador quanto no receptor.

Pacientes com lesão hepática focal que têm a cirurgia como opção terapêutica, também deve ter uma avaliação hepática detalhada, para que seja realizada uma hepatectomia parcial, com uma margem de segurança adequada e com uma avaliação do volume hepático remanescente para manter a função preservada no paciente.

A tomografia computadorizada multislice é um método que permite o estudo de todo o fígado de forma rápida, não invasiva e com alta resolução, atendendo satisfatoriamente as necessidades do cirurgião.

COLONOSCOPIA VIRTUAL

A colonoscopia virtual é um método minimamente invasivo que usa um complexo software gráfico aplicado a uma aquisição tomográfica volumétrica dos dados. A colonoscopia virtual pode ser mais aceita pelos pacientes já que é um método menos invasivo, com menos riscos que a colonoscopia e que pode ser realizado num curto intervalo de tempo. Imagens em duas e três dimensões são utilizadas no diagnóstico de pólipos ou câncer.

Estudos mostram que este exame pode ser utilizado como método de “screening”, com uma boa sensibilidade e especificidade, 93%-100% e 98%, respectivamente, na detecção de lesões maiores do que 10 mm utilizando-se aparelhos multislice.

Após a insuflação do cólon com ar, são realizadas duas aquisições do paciente, uma com o paciente em decúbito dorsal e outra com o paciente em decúbito ventral, na grande maioria das vezes sem a necessidade da administração do meio de contraste venoso.

Apesar de a colonoscopia tradicional ser o melhor exame para avaliação do cólon, alguns pacientes podem se beneficiar da colonografia pela TCMS, que são aqueles que não querem realizar a colonoscopia, pacientes com risco alto ao procedimento, pacientes em que a colonoscopia não progrediu, pacientes anticoagulados e pacientes muito idosos

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